Tecnologias devem transformar a forma como produtos são manufaturados e influenciar mercado de trabalho de diferentes áreas, no País e em todo o mundo  

Você certamente já ouviu falar na revolução industrial 4.0 que, caracterizada pelas inovações tecnológicas, deve provocar profundas alterações na forma como a indústria vai atuar daqui para a frente.

As fábricas serão cada vez mais inteligentes, o que alterará de maneira drástica a forma como os produtos serão feitos. Mas será que o Brasil está pronto para essa revolução?

Segundo Robmilson Simões Gundim, coordenador dos cursos de Engenharia de Produção e Engenharia Elétrica da Universidade Cruzeiro do Sul, as empresas do país estão, sim, atentas a essas transformações.

“As multinacionais estão se adaptando ao momento lá fora e, consequentemente, promovem atualizações em solo brasileiro. Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido”, diz.

“Para se adaptar de maneira completa às mudanças que já estão em curso, as companhias precisam buscar formas de ampliar a aproximação com instituições de ensino, a fim de desenvolver a aprendizagem voltada para essa nova realidade”, completa.

Além da cadeia produtiva, tecnologias como a inteligência artificial, nanotecnologia e a robótica certamente influenciarão na forma como as pessoas que atuam em áreas administrativas trabalham, de acordo com relatório ‘Futuro do Trabalho: Emprego, Competências e Estratégia da Força de Trabalho para a Quarta Revolução Industrial’, apresentado durante a última edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em 2018.

É preciso se preparar

Naturalmente, os países mais desenvolvidos devem adotar estratégias para lidar com essas mudanças com maior rapidez, mas profissionais e companhias de economias emergentes, como a brasileira, são as que mais podem se beneficiar. Mas para isso, é preciso se preparar. “Um caminho para entender melhor o que é a revolução industrial 4.0 e iniciar a familiarização sobre o tema, é pesquisar os conceitos apresentados. Na internet mesmo, é possível ter acesso a bastante conteúdo sobre o assunto”, destaca Gundim.

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